
Integrantes da equipe de Lula se incomodam com a militarização da inteligência, que assessora o mandatário. A avaliação é a de que se trata de um resquício do período da ditadura militar e que em outros países tanto esta área quanto a de segurança do chefe do Executivo estão sob a tutela de civis.
A equipe de transição também não acredita ser possível contar com o atual quadro para cuidar de setores tão sensíveis diante da enorme polarização do país.
Dentre as mudanças, o novo governo estuda alocar a Abin sob outra secretaria palaciana, como a SAE (Secretaria de Assuntos Estratégicos). Já a segurança presidencial, segundo relatos de quem acompanha as conversas, ficaria com a Polícia Federal.
A Tarde
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