
A apuração do IB revela ainda que Arraia é investigado por envolvimento com tráfico de drogas, circulação de armas e homicídios. Ele também já teria trocado tiros com a Polícia Militar em outras ocasiões. A ausência do retorno ao presídio ocorreu mesmo com o monitoramento previsto dentro do programa de saídas regulamentadas pela Justiça.
De acordo com informações oficiais, no último período de saída temporária 823 presos foram beneficiados na Bahia e 60 não retornaram, o equivalente a 7,3% dos liberados. Entre detentos considerados de maior risco, a evasão chegou a 22%. O caso de Arraia está entre esses registros.
A não reapresentação de presos tem reacendido o debate sobre o modelo de liberação temporária. Especialistas apontam que, embora previsto em lei, o benefício exige avaliações individuais mais detalhadas, especialmente para internos com histórico violento ou com ligação a facções criminosas.
Apesar de ser um mecanismo que busca ressocialização, na prática parte dos beneficiados não retorna, o que gera preocupação entre autoridades e na população.
Arraia segue foragido. A Polícia Militar e a Polícia Civil realizam diligências e monitoramento em áreas onde ele teria atuação, com objetivo de localizá-lo e recapturá-lo.
Fonte:IB
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