Donald Trump afirmou neste sábado (3) que Nicolas Maduro e sua esposa
foram capturados após ataque à Venezuela. O país sul-americano havia
afirmado mais cedo que sofrera uma "agressão militar" dos Estados Unidos
após múltiplas explosões atingirem a capital, Caracas, e outras regiões
do país durante a madrugada. Diante da situação, o país declarou estado
de emergência.
O governo dos EUA não havia confirmado a autoria
dos ataques. No entanto, segundo a emissora americana CBS News, fontes
com conhecimento no assunto disseram que o presidente Donald Trump
ordenou o bombardeio.
Segundo comunicado do governo venezuelano,
ataques também ocorreram nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira, o
que levou o ditador Nicolás Maduro a decretar estado de emergência
nacional e a mobilizar as forças de defesa.
De acordo com
testemunhas da Reuters e com imagens que circulam nas redes sociais,
explosões, aeronaves e colunas de fumaça preta foram vistas em
diferentes pontos da capital a partir de cerca das 2h (6h de Brasília).
Moradores relataram ainda uma queda de energia na região sul da cidade, nas proximidades de uma importante base militar.
Os
EUA enviaram uma flotilha militar ao Caribe em agosto e já bombardearam
quase 30 embarcações, com um balanço de mais de cem mortes. Caracas
afirma que as manobras pretendem derrubar o regime venezuelano.
Na
terça-feira (30), Washington realizou ataques contra mais três
embarcações suspeitas de tráfico de drogas em águas internacionais,
informou o Comando Sul, responsável por operações em uma área que vai do
Caribe ao sul da Argentina. As embarcações viajavam em comboio, segundo
as Forças Armadas americanas.
Trump havia alertado em novembro
que iniciaria ataques terrestres na Venezuela e autorizou operações da
CIA, a agência de inteligência dos EUA, no país sul-americano.
O
presidente da Colombia, Gustavo Preto, publicou em seu perfil no X
(ex-Twitter) um comunicado oficial sobre os ataques na Venezuela,
afirmando que seu governo enxerga com profunda preocupação os relatos de
explosões e atividades aéreas incomuns registradas no país vizinho.
Por Folhapress
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