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Os Estados Unidos devem utilizar bases do Reino Unido para lançar ataques “defensivos” destinados a destruir míssesis iranianos e lançadores de mísseis. De acordo com o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, o país não participará de ataques ofensivos, mas aceitou que os EUA usem a estrutura.

Neste domingo (1º/3), em uma declaração conjunta, Alemanha, França e Reino Unido declararam estar dispostos a adotar medidas defensivas contra o Irã para defender seus interesses e de seus aliados no Golfo. Por meio de um vídeo publicados nas redes sociais, o líder trabalhista afirmou que o país apoia a autodefesa coletiva dos aliados.

“O Irã está aplicando uma estratégia de terra arrasada, por isso apoiamos a autodefesa coletiva de nossos aliados e de nosso povo na região”, indicou o primeiro-ministro.

Starmer acrescentou que a decisão de o Reino Unido não participar dos ataques contra o Irã foi deliberada, já que o país acredita que “a melhor maneira de avançar para a região e para o mundo é uma solução negociada”.

Retomada de negociações

Também neste domingo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse à revista “The Atlantic” que a nova liderança iraniana quer retomar as negociações e que ele concordou em dialogar.

Segundo Trump, ele aceitou a conversa, no entanto, não deu detalhes sobre quando o encontro com representantes iranianos deve ocorrer.

O presidente norte-americano ainda disse acreditar na possibilidade de uma mudança interna no Irã. Apesar disso, Trump ressaltou que a situação continua delicada.

Metrópoles