
As investigações são conduzidas pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por meio da 32ª Delegacia de Polícia, em Samambaia. Segundo os relatos apresentados à polícia, Lilmara era responsável pelo gerenciamento administrativo e financeiro, atuando no fluxo de caixa e nos pagamentos.
De acordo com as denúncias, o suposto esquema teria começado em janeiro de 2024 sem que os empresários percebessem as irregularidades. Quando os desvios vieram à tona, alguns franqueados já acumulavam dívidas significativas e enfrentavam dificuldades para manter as operações, conforme os relatos apresentados à polícia.
Outros processos
Lilmara já foi investigada anteriormente por estelionato no estado do Pará, em 2023, mas o Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) arquivou o processo sob a justificativa de que o “fato investigado é atípico e que as fontes de prova de autoria são insuficientes”.
Em uma outra ocasião, a acusada também chegou a ser investigada por prometer “limpar o nome” de um casal no DF, porém, não teria cumprido a promessa, mesmo recebendo um valor para executar o serviço.
O processo também foi arquivado em razão de que os comprovantes enviados pelos denunciantes não estariam com o nome da ré como a responsável pelo recebimento.
No entanto, a ex-consultora foi condenada por duas vezes ao pagamento de crédito constante em cheques emitido pela parte ré que não foram pagos.
A coluna Na Mira procurou Lilmara para que ela se posicionasse sobre o caso, mas até a publicação desta matéria não obteve retorno.
Informações do Metrópoles
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