
Na véspera de enfrentar os Estados Unidos pelas oitavas de final da Copa do Mundo, a Bélgica teve de engolir uma decisão arbitrária da Fifa, a pedido de Donald Trump. Mesmo com Balogun em campo (e não suspenso), os belgas deram um troco indigesto: a vitória por 4 a 1 foi como uma batata mal frita de um fast food em Seattle. Ou um French Dip com pouco queijo provolone em Los Angeles. Ou um kebab duvidoso da 5ª Avenida em Nova York. Assim a Bélgica decretou a eliminação dos anfitriões. Fim do American Dream.
Os gols dos europeus foram marcados por De Ketelaere, duas vezes ainda no primeiro tempo, Vanaken e Lukaku, já nos acréscimos. Os estadunidenses descontaram com Tillman em cobrança de falta.
Os verdadeiros inventores das batatas fritas terão pela frente, nas quartas de final, a Espanha que, mais cedo, levou a melhor no duelo da Península Ibérica e fez 1 a 0 em Portugal. O jogo será na sexta (10), às 16h, em Los Angeles.
Protagonista da polêmica da Copa, Balogun foi escolhido pelo técnico Mauricio Pochettino para começar a partida no ataque dos Estados Unidos. Nos belgas, Rudi García fez quatro trocas em relação à equipe que venceu Senegal na prorrogação. Lukebakio, Raskin, Onana e Ngoy entraram nas vagas de Theate, De Bruyne, Doku e Vanaken no time titular.
*Por João Fraetzel / Zero Hora
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