
A devolução da viatura da Guarda
Municipal de Ourolândia à empresa fornecedora evidenciou um impasse
entre o Poder Executivo e a Câmara Municipal de Vereadores, com impactos
diretos na prestação dos serviços de segurança pública no município.
Segundo
a Prefeitura de Ourolândia, a devolução ocorreu devido à inadimplência
relacionada ao contrato de aquisição do veículo. O Executivo afirma que a
situação foi provocada pela falta de votação do Projeto de Lei nº
004/2026, encaminhado à Câmara em abril deste ano.
De
acordo com a administração municipal, a proposta previa a abertura de
crédito orçamentário necessário para a quitação dos débitos referentes à
compra da viatura. Ainda conforme o Executivo, como o projeto não foi
incluído na pauta de votação, o município ficou legalmente impedido de
efetuar o pagamento à empresa fornecedora.
Sem
a aprovação da matéria pelo Legislativo, o repasse dos recursos não
pôde ser realizado, o que resultou na devolução do veículo e reduziu a
capacidade operacional da Guarda Municipal.
A
ausência da viatura afeta diretamente as atividades desempenhadas pela
corporação, responsável pelo apoio às ações de segurança e pela proteção
do patrimônio público no município.
Até
o momento, não há informação sobre uma nova data para apreciação do
Projeto de Lei nº 004/2026 pelo plenário da Câmara Municipal. Também não
foi divulgado se há previsão para a regularização da situação e o
retorno da viatura ao patrimônio da Guarda Municipal.
A
Câmara Municipal ainda não se manifestou publicamente sobre os motivos
da não inclusão da proposta na pauta de votação desde o mês de abril.
Caso haja posicionamento do Legislativo, a matéria poderá ser
atualizada.
Fonte: Jacobina 24 Horas
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