
Jacobina-BA, 05 de maio - Apostar no
desenvolvimento educacional dos estudantes é crucial para o
fortalecimento das comunidades. Por esse motivo, a Jacobina Mineração
Pan American Silver vem intensificando os investimentos em ações para
promover a educação de crianças e jovens na região de Jacobina. Para o
primeiro semestre de 2025, a JMC já retomou o projeto “Reforço Escolar
nas Comunidades”, além de investir, por meio da Lei de Incentivo, no
“Era uma vez Brasil” e em “O Estético e o Lúdico na Literatura
Infanto-Juvenil”, reforçando o compromisso social da empresa.
Os
projetos desenvolvidos e apoiados pela Jacobina Mineração criam um
ambiente de aprendizado mais inclusivo e motivador. O impacto positivo
vai além dos números, refletindo-se na motivação dos alunos, no
fortalecimento da autoestima e na ampliação de suas perspectivas para o
estudo e a educação.
Com
a primeira edição realizada ao longo de 2024, o “Reforço Escolar nas
Comunidades” vai beneficiar, em 2025, 45 estudantes com idade entre 5 e
15 anos, de escolas públicas de Itapicuru e Jaboticaba. O projeto é uma
parceria com a Harmonize e consiste em oficinas de Português e
Matemática, por meio da arte-educação. É uma iniciativa que garante
educação inclusiva e de qualidade, em conformidade com os Objetivos de
Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas.
Realizadas
ao longo do ano letivo, as aulas do Reforço Escolar ocorrem em dois
encontros semanais, manhã e tarde, no turno oposto ao da escola. A
metodologia adotada colabora para a realização de atividades escolares e
contribui para que os alunos desenvolvam as competências de letramento
para além da alfabetização. Na última edição, em 2024, beneficiou 33
estudantes. No final do ano, os pais de 19 desses alunos participaram de
uma reunião, na qual puderam avaliar o resultado do projeto na formação
dos filhos: quase 70% classificaram como ótimo – nota mais alta no
questionário – o nível de satisfação com o Reforço Escolar.
Não
foi à toa: quando ingressaram no projeto, mais de 36,8% dos estudantes
não conseguiam ler texto; 15,8% não conheciam as letras do alfabeto e
10,5% não conseguiam formar palavras. Ao final, 57,9% desses alunos já
conseguiam ler textos; 21,2% liam frases e 10,5% liam palavras. Quase
90% dos pais afirmaram que o filho “evoluiu muito” ao longo dos 11 meses
da ação.
Além
disso, 36,8% dos alunos não conseguiam resolver operações de adição e
subtração; 21,1% não conseguiam fazer contas de multiplicar e 15,8% não
conheciam os números. Agora, 31,6% conhecem os números; 31,6% conseguem
somar e subtrair e 21,1% conseguem utilizar as quatro operações em
problemas do dia-a-dia.
Para
Odete Queiroz, mãe de Samuel (7 anos), estudante do Reforço Escolar em
Itapicuru, o projeto tem sido de grande importância. “Em matemática,
percebi uma grande evolução, pois, embora eu o ajude em casa, os
profissionais da área conseguem ensinar de forma mais clara e reforçar o
que ele aprende na escola. Na leitura, o progresso também foi
significativo, e agora ele já consegue ler frases. Esse aprendizado tem
feito toda a diferença, e sou muito grata ao projeto”, declara.
Lei de Incentivo
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| “O Estético e o Lúdico na Literatura Infanto-Juvenil” beneficia estudantes entre 10 e 14 anos / Foto divulgação |
Já
“O Estético e o Lúdico na Literatura Infanto-Juvenil” teve a primeira
edição realizada em 2023 e está sendo retomado agora em 2025, nos
povoados de Itapicuru, Pontilhão e Itaitu. O objetivo do projeto é
despertar o prazer pela leitura e pela escrita, contextualizadas em
temas transversais como meio ambiente e cultura local. No total, são
previstas 600 horas de oficinas de incentivo à leitura para 90 alunos,
com atividades semanais focadas no cotidiano local e na valorização da
cidadania.
Também
serão realizadas três exposições com dez peças literárias produzidas
nas oficinas, alcançando um público estimado de 750 pessoas. O livro "O
Estético e o Lúdico na Literatura Infanto-Juvenil: Escritas" terá 1.000
exemplares publicados, com distribuição entre os estudantes, as suas
famílias e demais membros da comunidade. As ações são acessíveis, com
recursos como rampas, banheiros adaptados, intérprete de libras e
audiodescrição para garantir a participação de todos. Além disso, todas
as atividades são gratuitas e terão divulgação nas redes sociais, com
mostras semestrais das produções literárias, beneficiando estudantes de
10 a 14 anos de idade.
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| Professores de Jacobina participam da primeira etapa do “Era uma vez Brasil” / Foto divulgação |
Por
meio da Lei de Incentivo, a JMC apoia, em Jacobina, o “Era Uma
Vez...Brasil”, projeto de arte-educação voltado para estudantes e
professores de História do oitavo ano da rede pública de ensino. A
iniciativa, desenvolvida simultaneamente em quatro estados brasileiros,
propõe-se a recontar a história do Brasil para além do que está posto
nos livros didáticos tradicionais. Neste ano, chega à sua nona edição
com o tema “Quem conta a nossa história? A participação indígena e
afro-brasileira na formação do Brasil”. O projeto acontece em quatro
etapas e tem como resultado de uma delas um intercâmbio cultural de dez
dias em Portugal, a ser realizado em novembro, com a participação de 120
brasileiros, entre alunos e professores de escolas públicas.
“Nosso
foco é valorizar a perspectiva dos povos indígenas e africanos na
formação identitária histórica e cultural do Brasil, exaltando a
ancestralidade, diversidade, pluralidade, multiplicidade e trabalhando
conceitos importantíssimos como antirracismo, afrocentricidade,
indigenismo e ecossocialismo em todas as etapas do projeto”, destaca
Marici Vila, diretora executiva da Origem Produções, empresa
idealizadora do “Era uma vez”.
Os
investimentos da Jacobina Mineração em educação promovem o
desenvolvimento social e o futuro das novas gerações, oferecendo
oportunidades para o crescimento de crianças e adolescentes. Essas ações
geram efeitos duradouros, promovendo o fortalecimento das comunidades. A
companhia se posiciona como um agente de transformação, impulsionando o
acesso a uma educação de qualidade.
"Ao
apoiar a educação, a JMC contribui para a formação de cidadãos críticos
e agentes de mudança em suas comunidades, reafirmando o compromisso com
a responsabilidade social", conclui o country manager da Pan American
Silver Brasil, Edvaldo Amaral.
Sobre a Jacobina Mineração
A
Jacobina Mineração está localizada em Jacobina, no estado da Bahia.
Atualmente faz parte do grupo Pan American Silver e opera com cinco
minas de ouro subterrâneas: Canavieiras, João Belo, Morro do Cuscuz,
Morro do Vento e Serra do Córrego de forma inteligente, descobrindo e
transformando recursos de ouro em valor. Respeitar o meio ambiente, as
comunidades onde está inserida e trabalhar com uma abordagem segura e
sustentável do negócio é um valor fundamental na atuação da empresa.
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