https://s2-extra.glbimg.com/VWSdLhyX6bLrDNy08gmIJq1pkJE=/0x0:888x551/888x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_1f551ea7087a47f39ead75f64041559a/internal_photos/bs/2026/A/O/Oz3jy7SaA2SVweSqpm4w/whatsapp-image-2026-08-19-at-22.29.05.avif

Ao menos oito candidatos no Rio foram alvo de ações de impugnação por associação ao crime organizado desde o início do período de registro de candidaturas na Justiça Eleitoral, encerrado no sábado. Na lista, estão o filho de uma deputada investigada por suspeita de ligação com milícia, o neto de um dos nomes mais conhecidos do jogo do bicho e a mulher de um traficante apontado como integrante da cúpula do Comando Vermelho (CV) em Alagoas.

A maior parte dos pedidos parte do Ministério Público Eleitoral (MPE), baseados em precedentes para impugnar mesmo nomes que não contam com condenações. As impugnações foram encaminhadas ao Tribunal Regional Eleitoral do Rio, que terá de decidir até 14 de setembro.

Em seis dos casos, o MPE aplica uma interpretação do Tribunal Superior Eleitoral segundo a qual uma candidatura pode ser barrada quando houver elementos de que uma organização criminosa tenta interferir no processo eleitoral. O parentesco não é suficiente por si só: a tese é verificar se a candidatura pode representar a continuidade ou a extensão da influência política de uma estrutura criminosa.

É no caso de Tadeu Amorim de Barros Júnior, o Júnior da Lucinha (PSD), que essa tese aparece de forma mais explícita. Vereador e filho da deputada estadual Lucinha (PSD), investigada por suspeita de ligação com a milícia de Luís Antônio da Silva Braga, o Zinho, Júnior é apontado pelo MPE como possível continuidade da estrutura política construída pela mãe depois que ela ficou sem legenda para disputar a reeleição.

A ação compara o desempenho eleitoral de mãe e filho. Em uma escola municipal de Santa Cruz, por exemplo, os dois teriam concentrado 48,1% dos votos nominais, resultado apontado pelo MPE como 10,7 vezes superior ao de qualquer outro concorrente. A peça cita ainda relatos recebidos pelo Disque-Denúncia e pela Justiça Eleitoral sobre suposta intimidação de moradores para comparecimento a eventos políticos, além de relatos de que Lucinha faria atos acompanhada de homens armados e teria ameaçado moradores. Procurada, a equipe de Júnior da Lucinha não respondeu.

A maior parte dos pedidos parte do Ministério Público Eleitoral (MPE), baseados em precedentes para impugnar mesmo nomes que não contam com condenações. As impugnações foram encaminhadas ao Tribunal Regional Eleitoral do Rio, que terá de decidir até 14 de setembro.

Em seis dos casos, o MPE aplica uma interpretação do Tribunal Superior Eleitoral segundo a qual uma candidatura pode ser barrada quando houver elementos de que uma organização criminosa tenta interferir no processo eleitoral. O parentesco não é suficiente por si só: a tese é verificar se a candidatura pode representar a continuidade ou a extensão da influência política de uma estrutura criminosa.

É no caso de Tadeu Amorim de Barros Júnior, o Júnior da Lucinha (PSD), que essa tese aparece de forma mais explícita. Vereador e filho da deputada estadual Lucinha (PSD), investigada por suspeita de ligação com a milícia de Luís Antônio da Silva Braga, o Zinho, Júnior é apontado pelo MPE como possível continuidade da estrutura política construída pela mãe depois que ela ficou sem legenda para disputar a reeleição.

A ação compara o desempenho eleitoral de mãe e filho. Em uma escola municipal de Santa Cruz, por exemplo, os dois teriam concentrado 48,1% dos votos nominais, resultado apontado pelo MPE como 10,7 vezes superior ao de qualquer outro concorrente. A peça cita ainda relatos recebidos pelo Disque-Denúncia e pela Justiça Eleitoral sobre suposta intimidação de moradores para comparecimento a eventos políticos, além de relatos de que Lucinha faria atos acompanhada de homens armados e teria ameaçado moradores. Procurada, a equipe de Júnior da Lucinha não respondeu.

A maior parte dos pedidos parte do Ministério Público Eleitoral (MPE), baseados em precedentes para impugnar mesmo nomes que não contam com condenações. As impugnações foram encaminhadas ao Tribunal Regional Eleitoral do Rio, que terá de decidir até 14 de setembro.

Em seis dos casos, o MPE aplica uma interpretação do Tribunal Superior Eleitoral segundo a qual uma candidatura pode ser barrada quando houver elementos de que uma organização criminosa tenta interferir no processo eleitoral. O parentesco não é suficiente por si só: a tese é verificar se a candidatura pode representar a continuidade ou a extensão da influência política de uma estrutura criminosa.

É no caso de Tadeu Amorim de Barros Júnior, o Júnior da Lucinha (PSD), que essa tese aparece de forma mais explícita. Vereador e filho da deputada estadual Lucinha (PSD), investigada por suspeita de ligação com a milícia de Luís Antônio da Silva Braga, o Zinho, Júnior é apontado pelo MPE como possível continuidade da estrutura política construída pela mãe depois que ela ficou sem legenda para disputar a reeleição.

A ação compara o desempenho eleitoral de mãe e filho. Em uma escola municipal de Santa Cruz, por exemplo, os dois teriam concentrado 48,1% dos votos nominais, resultado apontado pelo MPE como 10,7 vezes superior ao de qualquer outro concorrente. A peça cita ainda relatos recebidos pelo Disque-Denúncia e pela Justiça Eleitoral sobre suposta intimidação de moradores para comparecimento a eventos políticos, além de relatos de que Lucinha faria atos acompanhada de homens armados e teria ameaçado moradores. Procurada, a equipe de Júnior da Lucinha não respondeu.

A maior parte dos pedidos parte do Ministério Público Eleitoral (MPE), baseados em precedentes para impugnar mesmo nomes que não contam com condenações. As impugnações foram encaminhadas ao Tribunal Regional Eleitoral do Rio, que terá de decidir até 14 de setembro.

Em seis dos casos, o MPE aplica uma interpretação do Tribunal Superior Eleitoral segundo a qual uma candidatura pode ser barrada quando houver elementos de que uma organização criminosa tenta interferir no processo eleitoral. O parentesco não é suficiente por si só: a tese é verificar se a candidatura pode representar a continuidade ou a extensão da influência política de uma estrutura criminosa.

É no caso de Tadeu Amorim de Barros Júnior, o Júnior da Lucinha (PSD), que essa tese aparece de forma mais explícita. Vereador e filho da deputada estadual Lucinha (PSD), investigada por suspeita de ligação com a milícia de Luís Antônio da Silva Braga, o Zinho, Júnior é apontado pelo MPE como possível continuidade da estrutura política construída pela mãe depois que ela ficou sem legenda para disputar a reeleição.

A ação compara o desempenho eleitoral de mãe e filho. Em uma escola municipal de Santa Cruz, por exemplo, os dois teriam concentrado 48,1% dos votos nominais, resultado apontado pelo MPE como 10,7 vezes superior ao de qualquer outro concorrente. A peça cita ainda relatos recebidos pelo Disque-Denúncia e pela Justiça Eleitoral sobre suposta intimidação de moradores para comparecimento a eventos políticos, além de relatos de que Lucinha faria atos acompanhada de homens armados e teria ameaçado moradores. Procurada, a equipe de Júnior da Lucinha não respondeu.

Outro caso que leva a contravenção para o centro da disputa é o de João Felipe Drumond Espíndola de Freitas (PRD), candidato à Alerj e neto do contraventor Luizinho Drumond. A Procuradoria descreve a candidatura como inserida em uma “estrutura familiar e político-territorial” relacionada à contravenção e à escola de samba Imperatriz Leopoldinense.

A ação cita a participação de João em atividades de pré-campanha de Mariana Souza, candidata do PP e mulher de Wilson Marques de Albuquerque, conhecido como Zé Dirceu, liderança alagoana do CV.

Também alvo de impugnação, Mariana Souza teria “vínculos profundos com o alto escalão” do CV e sua eleição implicaria em risco de “infiltração institucional”. Mariana é do mesmo partido que o ex-secretário de Polícia Civil do Rio Felipe Curi (PP), também candidato a deputado federal.

O MPE cita um áudio obtido pelas autoridades de Alagoas no qual Nem Catenga, líder do CV no estado, diz que a organização precisa de “um representante” e de “uma voz ativa” na política. Tornada pública em junho, a mensagem, que diz respeito às eleições de 2024, tinha como destinatário Patrick de Almeida Silva, o PTK, influencer que pretendia disputar uma vaga de vereador naquele ano. Ele foi preso pela Polícia Civil de Alagoas em junho, quando se dizia pré-candidato a deputado.

A defesa de João Drumond afirmou que ele recebeu “com perplexidade e revolta” a manifestação “caluniosa” do MPE. Ele negou participação no jogo do bicho ou envolvimento com facções ou organizações criminosas. Procurada, a defesa de Mariana não respondeu.

Irmão de Marcinho VP

O caso de Cristiano Santos, o Cristiano Hermógenes (Avante), candidato à Alerj e ex-vereador de Belford Roxo, foi apresentado por Gabriel Carvalho Gonçalves, adversário político. Cristiano é irmão de Márcio dos Santos Nepomuceno, o Marcinho VP, apontado como um dos principais chefes do CV.

O autor sustenta que haveria um “vínculo próprio, funcional e politicamente relevante” entre Cristiano e a estrutura criminosa. A peça cita a prisão de Cristiano em 2006 e reportagens que o relacionaram a investigações por associação para o tráfico e lavagem de dinheiro.

Candidato à reeleição para a Alerj, Val Ceasa (PRD) é alvo de impugnação do MPE, que recupera investigações sobre supostos vínculos do deputado com o Terceiro Comando Puro (TCP). Val também aparece em uma investigação sobre uma suposta articulação para impedir a demolição de imóveis em Parada de Lucas, entre eles o “resort” do traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, apontado como chefe da facção. Val teria ido a um batalhão da PM para interceder contra a operação.

O deputado apareceu ainda em investigação da Polícia Federal (PF) sobre uma tentativa do CV de se aproximar de políticos. Ao GLOBO, a defesa de Val afirmou que “fatos atribuídos a terceiros ou referências a investigações” não podem ser atribuídos ao candidato sem prova concreta e individualizada.

Outro caso é o de Márcio Canella (União), ex-prefeito de Belford Roxo e candidato a deputado estadual. Inicialmente pré-candidato ao Senado, ele mudou de planos após ser preso pela PF ao ser encontrado com um fuzil. A prisão ocorreu durante a Operação Unha e Carne, que investiga ligações entre agentes públicos e integrantes do crime organizado. 

Fonte:Extra o Globo